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Farmacopeia FAVENORTE

A Farmacopeia Brasileira, 8ª edição — o código oficial farmacêutico do país — organizada para estudar e pesquisar: busca instantânea em todos os textos oficiais, glossário, plantas medicinais e ferramentas de estudo.

Textos oficiais
1.145
Páginas
3.748
Volumes (PDF)
8
Termos definidos
195

Plataforma desenvolvida pela FAVENORTEConteúdo oficial: Anvisa · RDC nº 1.026/2026

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1.145 textos oficiais na Farmacopeia

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    Volume II · Plantas medicinais

    Explorador de plantas medicinais

    Monografias de drogas vegetais, extratos, tinturas e óleos. Filtre pela parte da planta ou pela preparação, exatamente como aparece no título oficial.

      Documentos oficiais

      Volumes da 8ª edição

      A Farmacopeia Brasileira, 8ª edição, é constituída do Volume I – Métodos gerais e capítulos e do Volume II – Monografias, este organizado por assunto. Todos os arquivos são os oficiais da Biblioteca Digital da Anvisa.

      Volume I · Métodos gerais e capítulos

      Sumário interativo do Volume I

      Os 286 textos do Volume I na ordem do sumário oficial, com o código de cada texto e a página correspondente no PDF.

      1PREFÁCIOpág. 17
      1. 1 PREFÁCIOPR-02pág. 17
      2HISTÓRICOpág. 19
      1. 2 HISTÓRICOHT-02pág. 19
      3FARMACOPEIA BRASILEIRApág. 28
      1. 3 FARMACOPEIA BRASILEIRAFB-02pág. 28
      4GENERALIDADESpág. 37
      1. 4 GENERALIDADESGN-01pág. 37
      5MÉTODOS GERAIS234 itens
      1. 5 MÉTODOS GERAISMG5-00pág. 63
      2. 5.1 MÉTODOS APLICADOS ÀS FORMAS FARMACÊUTICASMG5.1-00pág. 64
      3. 5.1.1 DETERMINAÇÃO DE PESOMG5.1.1-00pág. 65
      4. 5.1.2 DETERMINAÇÃO DE VOLUMEMG5.1.2-00pág. 68
      5. 5.1.3 DETERMINAÇÃO DE RESISTÊNCIA MECÂNICA EM COMPRIMIDOSMG5.1.3-00pág. 71
      6. 5.1.3.1 TESTE DE DUREZAMG5.1.3.1-00pág. 72
      7. 5.1.3.2 TESTE DE FRIABILIDADEMG5.1.3.2-02pág. 73
      8. 5.1.4 TESTES DE DESINTEGRAÇÃOMG5.1.4-00pág. 75
      9. 5.1.4.1 TESTE DE DESINTEGRAÇÃO PARA COMPRIMIDOS E CÁPSULASMG5.1.4.1-01pág. 76
      10. 5.1.4.2 TESTE DE DESINTEGRAÇÃO DE SUPOSITÓRIOS, ÓVULOS E COMPRIMIDOS VAGINAISMG5.1.4.2-00pág. 83
      11. 5.1.5 TESTE DE DISSOLUÇÃOMG5.1.5-03pág. 86
      12. 5.1.6 UNIFORMIDADE DE DOSES UNITÁRIASMG5.1.6-02pág. 100
      13. 5.1.7 CONTAMINAÇÃO POR PARTÍCULASMG5.1.7-00pág. 106
      14. 5.1.7.1 PARTÍCULAS SUB-VISÍVEISMG5.1.7.1-00pág. 107
      15. 5.1.7.2 PARTÍCULAS VISÍVEISMG5.1.7.2-00pág. 112
      16. 5.1.8 TESTE DE GOTEJAMENTOMG5.1.8-00pág. 113
      17. 5.2 MÉTODOS FÍSICOS E FÍSICO-QUÍMICOSMG5.2-00pág. 115
      18. 5.2.1 DETERMINAÇÃO DA MASSAMG5.2.1-00pág. 116
      19. 5.2.2 DETERMINAÇÃO DA FAIXA OU TEMPERATURA DE FUSÃOMG5.2.2-00pág. 118
      20. 5.2.3 DETERMINAÇÃO DA TEMPERATURA DE EBULIÇÃO E DA FAIXA DE DESTILAÇÃOMG5.2.3-00pág. 122
      21. 5.2.4 DETERMINAÇÃO DA TEMPERATURA DE CONGELAMENTOMG5.2.4-00pág. 124
      22. 5.2.5 DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE MASSA E DENSIDADE RELATIVAMG5.2.5-00pág. 126
      23. 5.2.6 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE REFRAÇÃOMG5.2.6-00pág. 128
      24. 5.2.7 DETERMINAÇÃO DA VISCOSIDADEMG5.2.7-00pág. 129
      25. 5.2.8 DETERMINAÇÃO DA ROTAÇÃO ÓPTICAMG5.2.8-00pág. 134
      26. 5.2.9 DETERMINAÇÃO DA PERDA DE PESOMG5.2.9-00pág. 137
      27. 5.2.9.1 PERDA POR DESSECAÇÃOMG5.2.9.1-00pág. 138
      28. 5.2.9.2 PERDA POR IGNIÇÃOMG5.2.9.2-00pág. 140
      29. 5.2.10 RESÍDUO POR INCINERAÇÃO (CINZAS SULFATADAS)MG5.2.10-01pág. 141
      30. 5.2.11 DETERMINAÇÃO DA GRANULOMETRIA DOS PÓSMG5.2.11-01pág. 143
      31. 5.2.12 COR DE LÍQUIDOSMG5.2.12-01pág. 145
      32. 5.2.13 ESPECTROMETRIA ATÔMICAMG5.2.13-00pág. 147
      33. 5.2.13.1 ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICAMG5.2.13.1-00pág. 148
      34. 5.2.13.1.1 ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMAMG5.2.13.1.1-00pág. 150
      35. 5.2.13.1.2 ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM GERAÇÃO DE HIDRETOSMG5.2.13.1.2-00pág. 151
      36. 5.2.13.1.3 ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM GERAÇÃO DE VAPOR FRIOMG5.2.13.1.3-00pág. 152
      37. 5.2.13.1.4 ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM FORNO DE GRAFITEMG5.2.13.1.4-00pág. 153
      38. 5.2.13.2 ESPECTROMETRIA DE EMISSÃO ATÔMICAMG5.2.13.2-00pág. 154
      39. 5.2.13.2.1 FOTOMETRIA DE CHAMAMG5.2.13.2.1-00pág. 155
      40. 5.2.13.2.2 ESPECTROMETRIA DE EMISSÃO ÓPTICA COM PLASMA INDUTIVAMENTE ACOPLADOMG5.2.13.2.2-01pág. 156
      41. 5.2.13.3 ESPECTROMETRIA DE MASSAS COM PLASMA INDUTIVAMENTE ACOPLADOMG5.2.13.3-00pág. 158
      42. 5.2.14 ESPECTROFOTOMETRIA NO ULTRAVIOLETA, VISÍVEL E INFRAVERMELHOMG5.2.14-03pág. 160
      43. 5.2.15 ESPECTROFOTOMETRIA DE FLUORESCÊNCIAMG5.2.15-00pág. 166
      44. 5.2.16 TURBIDIMETRIA E NEFELOMETRIAMG5.2.16-00pág. 169
      45. 5.2.17 CROMATOGRAFIAMG5.2.17-03pág. 171
      46. 5.2.17.1 CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.2.17.1-01pág. 192
      47. 5.2.17.2 CROMATOGRAFIA EM PAPELMG5.2.17.2-01pág. 194
      48. 5.2.17.3 CROMATOGRAFIA EM COLUNA ABERTAMG5.2.17.3-02pág. 197
      49. 5.2.17.4 CROMATOGRAFIA A LÍQUIDO DE ALTA EFICIÊNCIAMG5.2.17.4-01pág. 200
      50. 5.2.17.4.1 CROMATOGRAFIA DE ÍONSMG5.2.17.4.1-01pág. 204
      51. 5.2.17.5 CROMATOGRAFIA A GÁSMG5.2.17.5-01pág. 206
      52. 5.2.17.5.1 CROMATOGRAFIA A GÁS EM ESPAÇO CONFINADO (headspace)MG5.2.17.5.1-01pág. 210
      53. 5.2.18 POLAROGRAFIAMG5.2.18-00pág. 211
      54. 5.2.19 DETERMINAÇÃO DO pHMG5.2.19-01pág. 218
      55. 5.2.20 DETERMINAÇÃO DE ÁGUAMG5.2.20-00pág. 222
      56. 5.2.20.1 MÉTODO VOLUMÉTRICO (MÉTODO DE KARL FISCHER)MG5.2.20.1-00pág. 223
      57. 5.2.20.2 MÉTODO DA DESTILAÇÃO AZEOTRÓPICA - DESTILAÇÃO COM TOLUENOMG5.2.20.2-00pág. 230
      58. 5.2.20.3 DETERMINAÇÃO DA ÁGUA PELO MÉTODO SEMIMICROMG5.2.20.3-01pág. 232
      59. 5.2.20.4 MÉTODO GRAVIMÉTRICOMG5.2.20.4-00pág. 233
      60. 5.2.21 ANÁLISE DE SOLUBILIDADE POR FASESMG5.2.21-00pág. 234
      61. 5.2.22 ELETROFORESEMG5.2.22-00pág. 238
      62. 5.2.22.1 ELETROFORESE CAPILARMG5.2.22.1-01pág. 248
      63. 5.2.22.1.1 ELETROFORESE CAPILAR DE ZONAMG5.2.22.1.1-01pág. 255
      64. 5.2.22.1.2 CROMATOGRAFIA ELETROCINÉTICA MICELAR (CEM)MG5.2.22.1.2-01pág. 257
      65. 5.2.22.1.3 ELETROFORESE EM GEL CAPILARMG5.2.22.1.3-00pág. 260
      66. 5.2.22.1.4 FOCALIZAÇÃO ISOELÉTRICA CAPILARMG5.2.22.1.4-00pág. 261
      67. 5.2.23 ANÁLISE ENANTIOMÉRICAMG5.2.23-00pág. 263
      68. 5.2.24 CONDUTIVIDADE DA ÁGUAMG5.2.24-02pág. 265
      69. 5.2.25 LIMPIDEZ DE LÍQUIDOSMG5.2.25-00pág. 270
      70. 5.2.26 ALCOOMETRIAMG5.2.26-00pág. 271
      71. 5.2.27 ANÁLISE TÉRMICAMG5.2.27-00pág. 272
      72. 5.2.28 DETERMINAÇÃO DA OSMOLALIDADEMG5.2.28-01pág. 276
      73. 5.2.29 ENSAIOS FÍSICOS E FÍSICO QUÍMICOS PARA GORDURAS E ÓLEOSMG5.2.29-03pág. 279
      74. 5.2.29.1 DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE RELATIVAMG5.2.29.1-00pág. 280
      75. 5.2.29.2 DETERMINAÇÃO DA TEMPERATURA DE FUSÃOMG5.2.29.2-00pág. 281
      76. 5.2.29.3 DETERMINAÇÃO DA TEMPERATURA DE SOLIDIFICAÇÃOMG5.2.29.3-00pág. 282
      77. 5.2.29.4 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE REFRAÇÃOMG5.2.29.4-00pág. 283
      78. 5.2.29.5 DETERMINAÇÃO DO PODER ROTATÓRIOMG5.2.29.5-00pág. 284
      79. 5.2.29.6 DETERMINAÇÃO DE ÁGUAMG5.2.29.6-00pág. 285
      80. 5.2.29.7 ÍNDICE DE ACIDEZMG5.2.29.7-00pág. 286
      81. 5.2.29.8 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE SAPONIFICAÇÃOMG5.2.29.8-00pág. 287
      82. 5.2.29.9 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE ÉSTERESMG5.2.29.9-00pág. 288
      83. 5.2.29.10 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE IODOMG5.2.29.10-01pág. 289
      84. 5.2.29.11 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE PERÓXIDOSMG5.2.29.11-00pág. 291
      85. 5.2.29.12 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE HIDROXILAMG5.2.29.12-01pág. 293
      86. 5.2.29.13 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE ACETILAMG5.2.29.13-00pág. 295
      87. 5.2.29.14 DETERMINAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS INSAPONIFICÁVEISMG5.2.29.14-01pág. 296
      88. 5.2.29.15 IDENTIFICAÇÃO DE ÓLEOS FIXOSMG5.2.29.15-00pág. 298
      89. 5.2.29.15.1 IDENTIFICAÇÃO DOS ÓLEOS VEGETAIS POR CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.2.29.15.1-01pág. 299
      90. 5.2.29.15.2 IMPUREZAS ALCALINASMG5.2.29.15.2-00pág. 300
      91. 5.2.29.15.3 ÓLEOS ESTRANHOS EM ÓLEOS VEGETAIS POR CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.2.29.15.3-01pág. 301
      92. 5.2.29.15.4 ÓLEOS ESTRANHOS EM ÓLEOS FIXOS POR CROMATOGRAFIA A GÁSMG5.2.29.15.4-00pág. 302
      93. 5.2.29.16 DETERMINAÇÃO DE ESTERÓIS EM ÓLEOS FIXOSMG5.2.29.16-00pág. 307
      94. 5.2.30 CARBONO ORGÂNICO TOTALMG5.2.30-01pág. 310
      95. 5.2.31 DIFRAÇÃO DE RAIOS XMG5.2.31-00pág. 313
      96. 5.2.32 RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEARMG5.2.32-01pág. 319
      97. 5.2.33 DETERMINAÇÃO DE SOLVENTES RESIDUAISMG5.2.33-00pág. 328
      98. 5.2.34 ESTIMATIVA DA DISTRIBUIÇÃO POR TAMANHO DE PARTÍCULAS ATRAVÉS DA TAMISAÇÃO ANALÍTICAMG5.2.34-00pág. 345
      99. 5.3 MÉTODOS QUÍMICOSMG5.3-00pág. 350
      100. 5.3.1 REAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃOMG5.3.1-00pág. 351
      101. 5.3.1.1 ÍONS, GRUPOS E FUNÇÕESMG5.3.1.1-01pág. 352
      102. 5.3.1.2 IDENTIFICAÇÃO DE ESTEROIDES POR CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.3.1.2-00pág. 362
      103. 5.3.1.3 PESQUISAS DE ESTEROIDES ESTRANHOS POR CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.3.1.3-00pág. 363
      104. 5.3.1.4 PESQUISA DE SUBSTÂNCIAS RELACIONADAS A SULFONAMIDAS POR CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.3.1.4-00pág. 364
      105. 5.3.1.5 IDENTIFICAÇÃO DE FENOTIAZINAS POR CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.3.1.5-00pág. 365
      106. 5.3.1.6 PESQUISA DE IMPUREZAS RELACIONADAS A FENOTIAZINAS POR CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADAMG5.3.1.6-00pág. 366
      107. 5.3.2 ENSAIOS LIMITE PARA IMPUREZAS INORGÂNICASMG5.3.2-01pág. 367
      108. 5.3.2.1 ENSAIO LIMITE PARA CLORETOSMG5.3.2.1-00pág. 368
      109. 5.3.2.2. ENSAIO LIMITE PARA SULFATOSMG5.3.2.2-00pág. 370
      110. 5.3.2.3 ENSAIO LIMITE PARA METAIS PESADOSMG5.3.2.3-00pág. 372
      111. 5.3.2.4 ENSAIO LIMITE PARA FERROMG5.3.2.4-01pág. 378
      112. 5.3.2.5 ENSAIO LIMITE PARA ARSÊNIOMG5.3.2.5-02pág. 380
      113. 5.3.2.6 ENSAIO LIMITE PARA AMÔNIAMG5.3.2.6-01pág. 383
      114. 5.3.2.7 ENSAIO LIMITE PARA CÁLCIOMG5.3.2.7-00pág. 384
      115. 5.3.2.8 ENSAIO LIMITE PARA MAGNÉSIOMG5.3.2.8-00pág. 385
      116. 5.3.2.9 ENSAIO LIMITE PARA MAGNÉSIO E METAIS ALCALINOS TERROSOSMG5.3.2.9-00pág. 386
      117. 5.3.2.10 ENSAIO LIMITE PARA ALUMÍNIOMG5.3.2.10-00pág. 387
      118. 5.3.2.11 ENSAIO LIMITE PARA FOSFATOSMG5.3.2.11-01pág. 389
      119. 5.3.2.12 ENSAIO LIMITE PARA CHUMBOMG5.3.2.12-00pág. 390
      120. 5.3.2.13 ENSAIO LIMITE PARA N,N-DIMETILANILINAMG5.3.2.13-01pág. 391
      121. 5.3.3 ENSAIOS QUÍMICOSMG5.3.3-01pág. 393
      122. 5.3.3.2 DETERMINAÇÃO DE NITROGÊNIO PELO MÉTODO DE KJELDAHLMG5.3.3.2-00pág. 394
      123. 5.3.3.2.1 MACRODETERMINAÇÃO (MÉTODO I)MG5.3.3.2.1-01pág. 395
      124. 5.3.3.2.2 SEMIMICRODETERMINAÇÃO (MÉTODO II)MG5.3.3.2.2-01pág. 396
      125. 5.3.3.3 MÉTODO DE COMBUSTÃOMG5.3.3.3-00pág. 397
      126. 5.3.3.6 DETERMINAÇÃO DE METOXILAMG5.3.3.6-00pág. 401
      127. 5.3.3.7 DETERMINAÇÃO DE DIÓXIDO DE ENXOFREMG5.3.3.7-00pág. 403
      128. 5.3.3.8 DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOLMG5.3.3.8-00pág. 405
      129. 5.3.3.8.1 MÉTODO POR DESTILAÇÃOMG5.3.3.8.1-00pág. 406
      130. 5.3.3.8.2 MÉTODO POR CROMATOGRAFIA A GÁSMG5.3.3.8.2-00pág. 408
      131. 5.3.3.9 ANÁLISE DE AMINOÁCIDOSMG5.3.3.9-00pág. 409
      132. 5.3.3.10 ENSAIO IODOMÉTRICO DE ANTIBIÓTICOSMG5.3.3.10-01pág. 411
      133. 5.3.3.11 TITULAÇÕESMG5.3.3.11-00pág. 414
      134. 5.3.3.11.1 TITULAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃOMG5.3.3.11.1-01pág. 417
      135. 5.3.3.11.2 TITULAÇÕES POR OXIRREDUÇÃOMG5.3.3.11.2-00pág. 421
      136. 5.3.3.11.3 TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICASMG5.3.3.11.3-01pág. 422
      137. 5.3.3.11.4 TITULAÇÕES POR DIAZOTAÇÃOMG5.3.3.11.4-01pág. 424
      138. 5.3.3.12 DETERMINAÇÃO DO FORMALDEÍDO RESIDUALMG5.3.3.12-00pág. 425
      139. 5.4 MÉTODOS DE FARMACOGNOSIAMG5.4-00pág. 427
      140. 5.4.1 MÉTODOS DE ANÁLISE DE DROGAS VEGETAISMG5.4.1-00pág. 428
      141. 5.4.1.1 AMOSTRAGEMMG5.4.1.1-00pág. 429
      142. 5.4.1.2 EXAME SENSORIAL E INSPEÇÃO MICROSCÓPICA DE DROGAS VEGETAISMG5.4.1.2-01pág. 431
      143. 5.4.1.3 DETERMINAÇÃO DE MATÉRIA ESTRANHAMG5.4.1.3-00pág. 435
      144. 5.4.1.4 DETERMINAÇÃO DE ÁGUA EM DROGAS VEGETAISMG5.4.1.4-00pág. 436
      145. 5.4.1.5 DETERMINAÇÃO DE CINZASMG5.4.1.5-00pág. 437
      146. 5.4.1.5.1 DETERMINAÇÃO DE CINZAS TOTAISMG5.4.1.5.1-00pág. 438
      147. 5.4.1.5.2 DETERMINAÇÃO DE CINZAS SULFATADASMG5.4.1.5.2-00pág. 439
      148. 5.4.1.5.3 DETERMINAÇÃO DE CINZAS INSOLÚVEIS EM ÁCIDOMG5.4.1.5.3-00pág. 440
      149. 5.4.1.6 DETERMINAÇÃO DE ÓLEOS VOLÁTEISMG5.4.1.6-00pág. 441
      150. 5.4.1.7 DETERMINAÇÃO DE ÓLEOS FIXOSMG5.4.1.7-00pág. 444
      151. 5.4.1.8 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE ESPUMAMG5.4.1.8-00pág. 446
      152. 5.4.1.9 DETERMINAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS EXTRAÍVEISMG5.4.1.9-00pág. 447
      153. 5.4.1.10 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE AMARGORMG5.4.1.10-00pág. 448
      154. 5.4.1.11 DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE INTUMESCÊNCIAMG5.4.1.11-00pág. 450
      155. 5.4.2 MÉTODOS DE PREPARAÇÃO E ANÁLISE DE EXTRATOS VEGETAISMG5.4.2-00pág. 451
      156. 5.4.2.1 MÉTODOS DE PREPARAÇÃO DE EXTRATOS VEGETAISMG5.4.2.1-00pág. 452
      157. 5.4.2.1.1 EXTRATO FLUIDOMG5.4.2.1.1-01pág. 454
      158. 5.4.2.1.2 TINTURASMG5.4.2.1.2-00pág. 457
      159. 5.4.2.1.2.1 Produção de tinturas por maceraçãoMG5.4.2.1.2.1-00pág. 458
      160. 5.4.2.1.2.2 Produção de tinturas por percolaçãoMG5.4.2.1.2.2-00pág. 459
      161. 5.4.2.1.3 EXTRATOS MOLESMG5.4.2.1.3-01pág. 460
      162. 5.4.2.1.4 OLEORESINAMG5.4.2.1.4-01pág. 461
      163. 5.4.2.1.5 EXTRATO SECOMG5.4.2.1.5-01pág. 462
      164. 5.4.2.2 MÉTODOS DE ANÁLISE DE EXTRATOS VEGETAISMG5.4.2.2-00pág. 463
      165. 5.4.2.2.1 DETERMINAÇÃO DE ÁLCOOL METÍLICO E ÁLCOOL ISOPROPÍLICO EM EXTRATOS FLUIDOSMG5.4.2.2.1-00pág. 464
      166. 5.4.2.2.2 DETERMINAÇÃO DE RESÍDUO SECO DOS EXTRATOSMG5.4.2.2.2-00pág. 465
      167. 5.4.2.2.3 PERDA POR DESSECAÇÃO DOS EXTRATOSMG5.4.2.2.3-00pág. 466
      168. 5.4.3 DETERMINAÇÃO DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOSMG5.4.3-02pág. 467
      169. 5.4.4 DETERMINAÇÃO DE AFLATOXINASMG5.4.4-01pág. 471
      170. 5.4.5 DETERMINAÇÃO DE METAIS PESADOS EM DROGAS VEGETAISMG5.4.5-00pág. 476
      171. 5.4.6 DETERMINAÇÃO DE POLIFENÓIS TOTAISMG5.4.6-00pág. 477
      172. 5.5 MÉTODOS BIOLÓGICOS, ENSAIOS BIOLÓGICOS E MICROBIOLÓGICOSMG5.5-00pág. 478
      173. 5.5.1 MÉTODOS BIOLÓGICOSMG5.5.1-00pág. 479
      174. 5.5.1.1 DETERMINAÇÃO DA HEPARINA NOS FATORES DA COAGULAÇÃOMG5.5.1.1-00pág. 480
      175. 5.5.1.2 DETERMINAÇÃO DO FATOR DE VON WILLEBRAND HUMANOMG5.5.1.2-00pág. 481
      176. 5.5.1.3 DETERMINAÇÃO DO FATOR II DA COAGULAÇÃO SANGUÍNEA HUMANAMG5.5.1.3-00pág. 483
      177. 5.5.1.4 DETERMINAÇÃO DO FATOR IX DA COAGULAÇÃO SANGUÍNEA HUMANAMG5.5.1.4-00pág. 485
      178. 5.5.1.5 DETERMINAÇÃO DO FATOR VII DA COAGULAÇÃO SANGUÍNEA HUMANAMG5.5.1.5-00pág. 486
      179. 5.5.1.6 DETERMINAÇÃO DO FATOR X DA COAGULAÇÃO SANGUÍNEA HUMANAMG5.5.1.6-00pág. 489
      180. 5.5.1.7 DETERMINAÇÃO DO FATOR VIII DA COAGULAÇÃO SANGUÍNEA HUMANA LIOFILIZADOMG5.5.1.7-00pág. 491
      181. 5.5.1.8 DETERMINAÇÃO DE FATORES DA COAGULAÇÃO ATIVADOSMG5.5.1.8-00pág. 494
      182. 5.5.1.9 DETERMINAÇÃO DE TÍTULO DE HEMAGLUTININAS ANTI-A E ANTI-B (MÉTODO INDIRETO)MG5.5.1.9-00pág. 495
      183. 5.5.1.10 TÉCNICAS DE AMPLIFICAÇÃO DE ÁCIDOS NUCLEICOSMG5.5.1.10-00pág. 496
      184. 5.5.1.10.1 RECOMENDAÇÕES PARA A VALIDAÇÃO DAS TÉCNICAS DE AMPLIFICAÇÃO DOS ÁCIDOS NUCLEICOS PARA A DETECÇÃO DO RNA DO VÍRUS DA HEPATITE C (HCV) NAS MISTURAS DE PLASMAMG5.5.1.10.1-00pág. 500
      185. 5.5.1.11 DETERMINAÇÃO DO TÍTULO DO ATIVADOR DA PRÉ- CALICREÍNAMG5.5.1.11-00pág. 503
      186. 5.5.1.12 DETERMINAÇÃO DA ANTITROMBINA III HUMANAMG5.5.1.12-00pág. 505
      187. 5.5.1.13 DETERMINAÇÃO DA ATIVIDADE ANTICOMPLEMENTAR DA IMUNOGLOBULINAMG5.5.1.13-00pág. 506
      188. 5.5.1.14 DETERMINAÇÃO DE PROTEÍNAS TOTAISMG5.5.1.14-00pág. 511
      189. 5.5.1.15 DETERMINAÇÃO DA IMUNOGLOBULINA HUMANA ANTI-DMG5.5.1.15-00pág. 518
      190. 5.5.1.16 DETERMINAÇÃO DA FUNÇÃO Fc DA IMUNOGLOBULINAMG5.5.1.16-00pág. 520
      191. 5.5.1.17 ANTÍGENOS LEUCOCITÁRIOS HUMANOS (HLA)MG5.5.1.17-00pág. 523
      192. 5.5.2 ENSAIOS BIOLÓGICOSMG5.5.2-01pág. 528
      193. 5.5.2.4 SUBSTÂNCIAS VASOPRESSORASMG5.5.2.4-00pág. 529
      194. 5.5.2.5 HISTAMINAMG5.5.2.5-00pág. 531
      195. 5.5.2.6 SUBSTÂNCIAS VASODEPRESSORASMG5.5.2.6-00pág. 532
      196. 5.5.2.7 TESTES PARA AVALIAÇÃO DE PIROGÊNIOSMG5.5.2.7-00pág. 533
      197. 5.5.2.7.1 TESTE DE ATIVAÇÃO DE MONÓCITOSMG5.5.2.7.1-01pág. 534
      198. 5.5.2.7.2 TESTE DE PIROGÊNIOS EM COELHOSMG5.5.2.7.2-01pág. 546
      199. 5.5.2.7.3 TESTE DE ENDOTOXINAS BACTERIANASMG5.5.2.7.3-03pág. 548
      200. 5.5.3 ENSAIOS MICROBIOLÓGICOSMG5.5.3-04pág. 560
      201. 5.5.3.1 ENSAIOS MICROBIOLÓGICOS PARA PRODUTOS NÃO ESTÉREISMG5.5.3.1-00pág. 561
      202. 5.5.3.1.1 CONDIÇÕES GERAISMG5.5.3.1.1-00pág. 562
      203. 5.5.3.1.2 CONTAGEM DO NÚMERO TOTAL DE MICRO-ORGANISMOS MESOFÍLICOSMG5.5.3.1.2-01pág. 567
      204. 5.5.3.1.3 PESQUISA DE MICRO-ORGANISMOS PATOGÊNICOSMG5.5.3.1.3-01pág. 572
      205. 5.5.3.1.4 ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS FARMACOPEICOSMG5.5.3.1.4-01pág. 575
      206. 5.5.3.1.5 LIMITES MICROBIANOSMG5.5.3.1.5-02pág. 582
      207. 5.5.3.2 ENSAIOS MICROBIOLÓGICOS PARA PRODUTOS ESTÉREISMG5.5.3.2-00pág. 585
      208. 5.5.3.2.1 TESTE DE ESTERILIDADEMG5.5.3.2.1-03pág. 586
      209. 5.5.3.3 ENSAIO MICROBIOLÓGICO DE ANTIBIÓTICOSMG5.5.3.3-02pág. 598
      210. 5.5.3.3.1 ENSAIO MICROBIOLÓGICO POR DIFUSÃO EM ÁGARMG5.5.3.3.1-01pág. 605
      211. 5.5.3.3.2 ENSAIO MICROBIOLÓGICO POR TURBIDIMETRIAMG5.5.3.3.2-01pág. 612
      212. 5.5.3.4 TESTE DE EFICÁCIA ANTIMICROBIANAMG5.5.3.4-01pág. 616
      213. 5.5.3.5 MICRO-ORGANISMOS EMPREGADOS EM TESTES E ENSAIOSMG5.5.3.5-01pág. 620
      214. 5.5.3.6 ENSAIOS MICROBIOLÓGICOS DA ÁGUA PARA USO FARMACÊUTICOMG5.5.3.6-00pág. 622
      215. 5.5.3.6.1 CONTAGEM DO NÚMERO TOTAL DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICASMG5.5.3.6.1-00pág. 626
      216. 5.5.3.6.2 PESQUISA DE COLIFORMES TOTAIS E FECAISMG5.5.3.6.2-00pág. 628
      217. 5.5.3.6.3 PESQUISA DE Pseudomonas aeruginosaMG5.5.3.6.3-01pág. 631
      218. 5.6 MÉTODOS IMUNOQUÍMICOSMG5.6-00pág. 632
      219. 5.7 MÉTODOS FÍSICOS APLICADOS A MATERIAIS CIRÚRGICOS E HOSPITALARESMG5.7-00pág. 635
      220. 5.7.1 RESISTÊNCIA À TRAÇÃOMG5.7.1-00pág. 636
      221. 5.7.2 DIÂMETRO DE SUTURASMG5.7.2-00pág. 638
      222. 5.7.3 RESISTÊNCIA AO ENCASTOAMENTO DA AGULHAMG5.7.3-00pág. 640
      223. 5.7.4 DETERMINAÇÃO DE ABSORÇÃOMG5.7.4-00pág. 641
      224. 5.7.5 DETERMINAÇÃO DO COMPRIMENTO DA FIBRAMG5.7.5-00pág. 642
      225. 5.8 MÉTODOS GERAIS APLICADOS A GASES MEDICINAISMG5.8-00pág. 645
      226. 5.8.1 DETERMINAÇÃO DE GASESMG5.8.1-00pág. 646
      227. 5.8.1.1 DETERMINAÇÃO DE GASES UTILIZANDO TUBOS DETECTORESMG5.8.1.1-00pág. 647
      228. 5.8.1.2 DETERMINAÇÃO DE GASES POR ESPECTROFOTOMETRIA NO INFRAVERMELHO NÃO DISPERSIVOMG5.8.1.2-00pág. 649
      229. 5.8.1.3 DETERMINAÇÃO DE GASES POR ANÁLISE PARAMAGNÉTICAMG5.8.1.3-00pág. 650
      230. 5.8.1.4 DETERMINAÇÃO DE GASES POR ESPECTROFOTOMETRIA NO ULTRAVIOLETAMG5.8.1.4-00pág. 651
      231. 5.8.1.5 DETERMINAÇÃO DE GASES POR LUMINESCÊNCIA QUÍMICAMG5.8.1.5-00pág. 652
      232. 5.8.2 DETERMINAÇÃO DE VAPOR D’ÁGUA EM GASES MEDICINAISMG5.8.2-00pág. 653
      233. 5.8.2.1 DETERMINAÇÃO DE VAPOR D’ÁGUA UTILIZANDO HIGRÔMETRO ELETROLÍTICOMG5.8.2.1-00pág. 654
      234. 5.8.2.2 DETERMINAÇÃO DE VAPOR D’ÁGUA UTILIZANDO TUBOS DETECTORESMG5.8.2.2-00pág. 655
      235. 5.8.3 DETERMINAÇÃO DE ÓLEO EM GASES MEDICINAISMG5.8.3-00pág. 656
      6RECIPIENTES PARA MEDICAMENTOS E CORRELATOS24 itens
      1. 6 RECIPIENTES PARA MEDICAMENTOS E CORRELATOSRC6-00pág. 657
      2. 6.1 RECIPIENTES DE VIDRORC6.1-01pág. 658
      3. 6.1.1 RESISTÊNCIA HIDROLÍTICA OU ALCALINIDADERC6.1.1-00pág. 659
      4. 6.1.2 ARSÊNIORC6.1.2-01pág. 663
      5. 6.1.3 CAPACIDADE VOLUMÉTRICA TOTALRC6.1.3-00pág. 664
      6. 6.2 RECIPIENTES PLÁSTICOSRC6.2-01pág. 666
      7. 6.2.1 RECIPIENTES E CORRELATOS PLÁSTICOSRC6.2.1-00pág. 667
      8. 6.2.1.1 RECIPIENTES DE POLIETILENORC6.2.1.1-00pág. 668
      9. 6.2.1.2 RECIPIENTES DE POLIPROPILENORC6.2.1.2-00pág. 670
      10. 6.2.1.3 RECIPIENTES DE POLI (TEREFTALATO DE ETILENO) E POLI (TEREFTALATO DE ETILENOGLICOL)RC6.2.1.3-00pág. 672
      11. 6.2.2 TAMPAS DE ELASTÔMERORC6.2.2-01pág. 678
      12. 6.2.3 RECIPIENTES DE PLÁSTICO - TESTES DE DESEMPENHORC6.2.3-01pág. 686
      13. 6.2.3.1 RECIPIENTES DE MÚLTIPLAS UNIDADES PARA CÁPSULAS E COMPRIMIDOSRC6.2.3.1-00pág. 687
      14. 6.2.3.2 RECIPIENTES DE UNIDADES MÚLTIPLAS PARA CÁPSULAS E COMPRIMIDOS (sem fechamento)RC6.2.3.2-00pág. 689
      15. 6.2.3.3 RECIPIENTES DE UNIDADE SIMPLES E DOSE UNITÁRIA PARA CÁPSULAS E COMPRIMIDOSRC6.2.3.3-00pág. 690
      16. 6.2.3.4 RECIPIENTES DE DOSE MÚLTIPLA E DE DOSE UNITÁRIA PARA LÍQUIDOSRC6.2.3.4-01pág. 692
      17. 6.2.3.5 TESTE DE TRANSMISSÃO DE LUZRC6.2.3.5-00pág. 694
      18. 6.2.4 BIOCOMPATIBILIDADERC6.2.4-01pág. 695
      19. 6.2.4.1 RECIPIENTES PLÁSTICOS E TAMPAS DE ELASTÔMEROSRC6.2.4.1-00pág. 696
      20. 6.2.4.2 CORRELATOSRC6.2.4.2-00pág. 697
      21. 6.2.4.3 TESTES IN VITRO, TESTES IN VIVO E DESIGNAÇÃO DE CLASSE PARA PLÁSTICOS E OUTROS POLÍMEROSRC6.2.4.3-00pág. 698
      22. 6.2.4.4 BIOCOMPATIBILIDADE DE CORRELATOSRC6.2.4.4-00pág. 699
      23. 6.2.4.5 GUIA PARA A SELEÇÃO DE PLÁSTICO E OUTROS POLÍMEROSRC6.2.4.5-00pág. 703
      24. 6.2.5 TESTES DE REATIVIDADE BIOLÓGICA IN VITRORC6.2.5-00pág. 707
      25. 6.2.6 TESTES DE REATIVIDADE BIOLÓGICA IN VIVORC6.2.6-00pág. 711
      7REAGENTES4 itens
      1. 7 REAGENTESRG7-00pág. 718
      2. 7.1 INDICADORES E SOLUÇÕES INDICADORASRG7.1-03pág. 719
      3. 7.2 REAGENTES E SOLUÇÕES REAGENTESRG7.2-05pág. 734
      4. 7.3 SOLUÇÕES VOLUMÉTRICASRG7.3-03pág. 869
      5. 7.4 TAMPÕESRG7.4-01pág. 878
      8INFORMAÇÕES GERAIS12 itens
      1. 8 INFORMAÇÕES GERAISIG8-00pág. 884
      2. 8.1 PRODUTOS ESTÉREISIG8.1-00pág. 885
      3. 8.2 PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS APLICÁVEIS AOS ENSAIOS BIOLÓGICOSIG8.2-00pág. 914
      4. 8.3 RADIOFÁRMACOSIG8.3-01pág. 964
      5. 8.4 EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA E BIOEQUIVALÊNCIA DE MEDICAMENTOSIG8.4-01pág. 984
      6. 8.5 ÁGUA PARA USO FARMACÊUTICOIG8.5-03pág. 989
      7. 8.6 SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS DE REFERÊNCIAIG8.6-01pág. 1002
      8. 8.7 SUBSTÂNCIAS CORANTESIG8.7-00pág. 1004
      9. 8.8 GASES MEDICINAISIG8.8-00pág. 1019
      10. 8.9 DETERMINAÇÃO DA SOLUBILIDADE APLICADA À BIOISENÇÃO DE ACORDO COM O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO BIOFARMACÊUTICAIG8.9-00pág. 1027
      11. 8.10 ENSAIOS MICROBIOLÓGICOS ALTERNATIVOSIG8.10-00pág. 1031
      12. 8.11 DENOMINAÇÃO COMUM BRASILEIRA (DCB)IG8.11-00pág. 1041
      13. 8.12 ESTUDOS DE CORRELAÇÃO IN VITRO-IN VIVOIG8.12-01pág. 1043
      A–DANEXOS4 itens
      1. ANEXO A – TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS – NOMES, SÍMBOLOS E MASSAS ATÔMICASANA-00pág. 1051
      2. ANEXO B – UNIDADES DO SISTEMA INTERNACIONAL (SI)ANB-00pág. 1056
      3. ANEXO C – SOLVENTES PARA CROMATOGRAFIAANC-00pág. 1062
      4. ANEXO D – ALCOOMETRIAAND-01pág. 1064

      4 Generalidades · Definições

      Glossário farmacopeico

      As 195 definições oficiais do capítulo Generalidades, com busca e a página de origem. Depois, teste o que aprendeu no modo estudo — uma ferramenta da FAVENORTE.

      195 termos definidos na Farmacopeia

      A

      Abaixamento crioscópico
      É a propriedade coligativa que representa a diminuição no ponto de congelamento de um líquido provocado pela adição de um soluto não-volátil com redução da pressão de vapor do líquido. Consequentemente, a temperatura de ebulição do líquido aumenta e a de fusão
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 37
      Adesivo
      É a forma farmacêutica baseada em um dispositivo carreador que contém um suporte a ser colado na pele ou mucosa, que visa a liberação controlada do insumo farmacêutico ativo (IFA) durante um determinado tempo ou até seu esgotamento. Salvo indicação contrária em bula, o adesivo deve ser removido após o uso. A via de administração deve ser incluída como aposto do nome “adesivo”: adesivo bucal, adesivo oral, adesivo intrauterino, adesivo ocular, adesivo periodental, adesivo tópico, adesivo transdérmico ou adesivo intravaginal.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 37
      Aerossol
      É uma forma farmacêutica que consiste em uma preparação líquida ou sólida embalada sob pressão, destinada à administração na forma de uma névoa fina na forma de partículas ou gotículas, formada quando a válvula dosadora é acionada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 37
      Água para injetáveis
      Água para injetáveis é o insumo utilizado na preparação de medicamentos para administração parenteral, como veículo, ou na sua solubilização e diluição.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 37
      Água para uso farmacêutico
      São considerados como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de insumos farmacêuticos, na formulação e produção de medicamentos, em laboratórios de ensaios, diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde, inclusive como principal componente na limpeza de utensílios, equipamentos e sistemas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Água purificada
      É a água potável que passou por algum processo de tratamento destinado a retirar possíveis contaminantes para atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia da Farmacopeia Brasileira.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Água ultrapurificada
      É a água purificada que passou por tratamento adicional para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia da Farmacopeia Brasileira.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Água aromática
      É uma solução aquosa, clara e saturada de óleos voláteis ou outras substâncias aromáticas ou voláteis. Possuem odor característico das substâncias com as quais são preparadas, recebendo, também, o nome delas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38

      B

      Banho-maria (banho de água) e banho a vapor
      É um banho de água fervente, a não ser que a monografia especifique outra temperatura. As expressões água quente e água muito quente indicam temperaturas aproximadas entre 60 ºC e 70 ºC e entre 85 ºC e 95 ºC, respectivamente. Banho a vapor significa exposição ao vapor fluente ou outra forma de calor, correspondendo em temperatura à do vapor fluente.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Biodisponibilidade (BD)
      Velocidade e extensão na qual um IFA é absorvido e se torna disponível no sítio de ação, podendo ser mensurada a partir da curva concentração/tempo em sangue total, soro ou outro fluido biológico apropriado.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Biodisponibilidade relativa
      Fração da dose do IFA que é efetivamente absorvida após administração extravascular de um medicamento, calculada tendo como referência a administração do mesmo IFA por via intravascular.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Bioequivalência (BE)
      Demonstração da equivalência da biodisponibilidade entre medicamentos, avaliada sob um mesmo desenho experimental. A bioequivalência entre medicamentos administrados pela mesma via extravascular pode ser avaliada pela comparação de parâmetros farmacocinéticos, ou seja, à quantidade absorvida e à velocidade do processo de absorção. Compara-se dois produtos, administrados por via extravascular, tendo um deles como referência.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Boas práticas de fabricação (BPF)
      É a parte do gerenciamento da qualidade que assegura que os produtos são consistentemente produzidos e controlados, de acordo com os padrões de qualidade apropriados para o uso pretendido e requerido pelo registro sanitário, autorização para uso em ensaio clínico ou especificações do produto.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38

      C

      Caminhão tanque
      Veículo contendo um recipiente de grande porte afixado para o transporte de líquidos criogênicos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 38
      Cápsula
      É a forma farmacêutica sólida em que o IFA e os excipientes estão contidos em um invólucro solúvel duro ou mole, de formatos e tamanhos variados, contendo uma dose única do IFA. A cápsula dura é formada por duas seções cilíndricas (corpo e tampa) e, usualmente, pode ser preenchida por sólidos ou líquidos. Já a cápsula mole é constituída somente pelo corpo e usualmente é preenchida por líquidos ou semissólidos. As cápsulas podem ser de liberação convencional ou modificada. Veja a definição de liberação convencional e de liberação modificada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      CAS
      Chemical Abstracts Service. O CAS é uma divisão da Sociedade Americana de Química (ACS), responsável pela edição do Chemical Abstracts.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Chá medicinal
      Fitoterápico a ser preparado por meio de infusão, decocção ou maceração em água no momento do uso.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Cilindro de gás
      É o recipiente metálico, perfeitamente fechado, de paredes resistentes, destinado a conter gás sob pressão, obturado por válvula regulável, capaz de manter a saída do gás em vazão determinada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Cilindro de gás para uso medicinal
      Recipiente transportável e pressurizado com capacidade medida em volume de água que não exceda 150 litros.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      CNTP
      Condições normais de temperatura e pressão. Nas CNTP, a temperatura é de 273,15 K (0 oC) e a pressão é de 1 atm (101325 Pa = 1,01325 bar = 760 mmHg).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Colírio
      É o medicamento líquido destinado à aplicação sobre a mucosa ocular.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Colutório
      É uma solução destinada ao enxágue bucal, com ação local sobre as gengivas e as mucosas da boca e garganta. Não deve ser engolido.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Comprimido
      É a forma farmacêutica sólida obtida pela mistura de um ou mais IFAs e excipientes, na forma de partículas sólidas (usualmente pós ou grânulos), seguida do processo de compressão. Pode apresentar formas, tamanhos e cores variados e, possuir ou não marcas de compressão. Procedimentos de manufatura complementares específicos podem dar origem a comprimidos multicamadas ou revestidos. Os comprimidos podem ser de liberação convencional ou modificada. Veja Liberação convencional e Liberação modificada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Comprimido bucal
      É o comprimido destinado à administração na cavidade bucal para absorção do IFA diretamente na mucosa oral.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Comprimido de desintegração oral (orodispersível)
      É o comprimido destinado a sofrer desintegração rápida na cavidade bucal originando uma dispersão de consistência pastosa a ser engolida, com absorção gastrointestinal do IFA. Não requer administração com água.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 39
      Comprimido mastigável
      É o comprimido destinado a ser mastigado antes de ser engolido, a fim de facilitar a liberação do IFA e para produzir um sabor residual agradável na cavidade oral. Pode ser duro ou macio.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Comprimido para solução
      É o comprimido destinado a ser dissolvido na água antes da administração, dando origem a uma solução que pode ser transparente ou opaca, de acordo com os insumos empregados na formulação. A solução deve ser ingerida imediatamente após o preparo.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Comprimido para suspensão
      É o comprimido destinado a ser disperso em água antes da administração, dando origem a uma suspensão. A suspensão deve ser ingerida imediatamente após o preparo.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Comprimido sublingual
      É o comprimido destinado a ser inserido sob a língua, onde o IFA será absorvido, diretamente através da mucosa sublingual.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Comprimido revestido
      É o comprimido que possui uma ou mais camadas de revestimento baseadas em soluções ou dispersões poliméricas. O revestimento pode ser destinado a proteger o IFA da ação do ar ou da umidade; mascarar odor ou sabor desagradáveis; melhorar a aparência do produto; facilitar a embalagem; ou modificar a liberação do IFA.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Controle de qualidade
      O controle de qualidade é a parte das BPF que trata das medidas destinadas a garantir, a qualquer momento, a produção de lotes de medicamentos, insumos e demais produtos, que satisfaçam aos requisitos de identidade, atividade, teor, pureza, eficácia e inocuidade. Conjunto de operações com finalidade de verificar a conformidade dos atributos ou características do produto acabado ou em processo, matérias-primas e outros materiais, com especificações pré-estabelecidas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Correlato (dispositivo médico/produto médico)
      Qualquer instrumento, aparelho, equipamento, implante, dispositivo médico para diagnóstico in vitro, software, material ou outro artigo, destinado pelo fabricante a ser usado, isolado ou conjuntamente, em seres humanos, para algum dos seguintes propósitos médicos específicos, e cuja principal ação pretendida não seja alcançada por meios farmacológicos, imunológicos ou metabólicos no corpo humano, mas que podem ser auxiliados na sua ação pretendida por tais meios: a) diagnóstico, prevenção, monitoramento, tratamento (ou alívio) de uma doença; b) diagnóstico, monitoramento, tratamento ou reparação de uma lesão ou deficiência; c) investigação, substituição, alteração da anatomia ou de um processo ou estado fisiológico ou patológico; d) suporte ou manutenção da vida; e) controle ou apoio à concepção; ou f) fornecimento de informações por meio de exame in vitro de amostras provenientes do corpo humano, incluindo doações de órgãos e tecidos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Cosmético, produto de higiene e perfume
      São preparações constituídas por substâncias naturais ou sintéticas, de uso externo nas diversas partes do corpo, pele, sistema capilar, unhas, lábios, órgãos genitais externos, dentes e membranas mucosas da cavidade oral, com o objetivo exclusivo ou principal de limpar, perfumar, alterar a aparência, corrigir odores, proteger ou manter em bom estado.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 40
      Creme
      É uma forma farmacêutica semissólida, emulsionada, formada a partir da mistura de duas fases imiscíveis (aquosa e oleosa) estabilizadas pela presença de agentes emulsionantes (emulsificantes ou emulgentes). Apresenta coloração característica e consistência variável, além de ser lisa e isenta de grumos ou material palpável. Cremes são usualmente administrados na pele, mucosas ou cabelos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Critério de aceitação (especificação)
      Limite numérico, intervalo ou outro critério estabelecido para os testes e procedimentos descritos para o insumo farmacêutico ou medicamento.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41

      D

      Denominação comum brasileira (DCB)
      É a denominação do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo aprovada pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária. Inclui também a denominação de insumos inativos, soros hiperimunes e vacinas, radiofármacos, plantas medicinais, substâncias homeopáticas e biológicas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Denominação comum internacional (DCI)
      É a denominação do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo, recomendada na Organização Mundial de Saúde.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Densidade de massa e densidade relativa
      Densidade de massa (ρ) de uma substância é a razão de sua massa por seu volume a 20 ºC. A densidade relativa usualmente adotada é definida como a relação entre a massa de uma substância ao ar a 20 ºC e a massa de igual volume de água na mesma temperatura.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Desinfetante
      É a formulação que tem, na sua composição, substâncias microbicidas e apresenta efeito letal para microrganismos não esporulados. Inclui: de uso geral, para indústrias alimentícias, para piscinas, para lactários, hospitalares para superfícies fixas e hospitalares para artigos semicríticos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Detergente
      Produto destinado à limpeza de superfícies e tecidos através da diminuição da tensão superficial.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Doador de sangue
      É o indivíduo saudável e cuidadosamente selecionado que, após exames médicos, testes sanguíneos laboratoriais e estudo de sua história médica, esteja ausente de agentes infecciosos transmissíveis e pode ser aceito e utilizado para coleta de seu sangue total ou das suas frações celulares ou plasmáticas para fins profiláticos, curativos ou de fracionamento.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Drágea
      É a forma farmacêutica constituída por um núcleo (comprimido) revestido por camadas de xarope contendo açúcares, resinas, gomas, gelatina, corantes autorizados, pigmentos, opacificantes e, às vezes, flavorizantes. Podem conter também camadas de ceras, para polimento e brilho.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 41
      Droga de origem natural
      É obtida de seres vivos tais como plantas, bactérias, algas, fungos, líquens e animais, ou minerais, que contenham substâncias ou classes de sustâncias responsáveis por uma ação terapêutica e/ou finalidade farmacêutica. A droga é especificada pela parte usada e pelo nome científico (espécie, variedade quando aplicável e autor(es)).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Droga vegetal
      Plantas inteiras ou suas partes, geralmente secas, não processadas, podendo estar íntegras ou fragmentadas, incluindo exsudatos, como gomas, resinas, mucilagens, látex e ceras, que não foram submetidos a tratamento específico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42

      E

      Efervescente
      Termo empregado para designar as formas farmacêuticas sólidas orais, frequentemente pós, grânulos ou comprimidos, contendo ingredientes que, quando em contato com água, liberam rapidamente dióxido de carbono. A forma farmacêutica deve ser dissolvida ou dispersa em água para iniciar a efervescência imediatamente antes da ingestão. Os excipientes responsáveis pela efervescência são ácidos (cítrico e tartárico) e os carbonatos e bicarbonatos solúveis.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Elixir
      É uma forma farmacêutica líquida, caracterizada como uma solução hidroalcóolica, límpida. O elixir de uso oral pode ser flavorizado e edulcorado e se destina à administração após diluição em água. O teor alcoólico nos elixires deve compreender-se entre 20 e 50% v/v.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Embalagem
      É o invólucro, recipiente ou qualquer forma de acondicionamento, removível ou não, destinado a cobrir, empacotar, envasar, proteger ou manter, especificamente ou não, os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, os cosméticos, os saneantes e outros produtos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Embalagem primária
      É aquela que mantém contato direto com o produto, cuja finalidade é protegê-lo. Pode ser fabricada a partir de qualquer material e outros dispositivos que assegurem a estabilidade física, química e microbiológica e não interajam com o produto envasado, a fim de não inutilizar seu uso.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Embalagem secundária
      Embalagem externa do produto, que está em contato com a embalagem primária ou envoltório intermediário, podendo conter uma ou mais embalagens primárias. Inclui os itens que trazem as informações obrigatórias como o rótulo e a bula.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Emplastro
      É um sistema para aplicação externa sobre a pele, constituído por um suporte mecânico usualmente de borracha ou resina sintética e, uma camada adesiva, que contém um ou mais IFAs. Os emplastros podem ser aplicados por períodos prolongados para liberação do IFA ou fornecer proteção ou oclusão e se aderem firmemente à pele mas, devem ser removidos da pele sem causar ferimentos. Estão disponíveis em uma variedade de tamanhos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Emulsão
      É uma forma farmacêutica que consiste na mistura de líquidos imiscíveis (fases aquosa e oleosa), estabilizado pela adição de um ou mais agentes emulsificantes. Visivelmente, apresenta aspecto homogêneo. Microscopicamente, observa-se a presença de gotículas de uma fase (interna ou descontínua) dispersa em outra (externa ou contínua). As emulsões podem ser do tipo óleo em água (O/A) ou água em óleo (A/O) e podem ser líquidas ou semissólidas (cremes), sendo destinadas à administração por diferentes vias.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 42
      Ensaios biológicos
      São procedimentos destinados a avaliar a potência de princípios ativos contidos nas matérias-primas e preparações farmacopeicas, utilizando reagentes biológicos tais como micro-organismos, animais, fluidos e órgãos isolados de animais.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Espuma
      É uma dispersão de um gás propelente em uma fase contínua líquida ou sólida (veículo) que contém o IFA e excipientes, produzida por meio mecânico ou pela interação do gás propelente e a formulação, sob pressão. Quando o bocal do atuador é aberto, a fase líquida é expelida através de atuadores específicos, resultando na geração de espuma. As espumas destinam-se, principalmente, à administração na pele ou nas mucosas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Esterilidade
      É a ausência de organismos vivos, sendo estabelecidas as condições dos testes de esterilidade pela Farmacopeia Brasileira ou outra oficialmente reconhecida pela Anvisa.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Excipiente
      Toda substância diferente do IFA, sintética, semissintética, biológica ou natural, que tem sua segurança avaliada e é intencionalmente incluída nos medicamentos para exercer diferentes funções.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Extrato
      Preparações de consistência líquida, semissólida ou sólida, obtidas a partir de drogas vegetais, utilizando-se métodos extrativos e solventes apropriados, essencialmente definidos pela qualidade da droga vegetal, pelo processo de produção e suas especificações, seu processo de obtenção pode envolver tratamentos preliminares, tais como inativação de enzimas, moagem ou desengorduramento, bem como a eliminação de materiais indesejáveis.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Extrato (outros)
      Extratos não ajustados a um conteúdo específico de constituintes, definidos essencialmente pelos parâmetros de seu processo de fabricação, por exemplo, a qualidade da droga vegetal, a seleção do líquido extrator e as condições de extração, bem como suas especificações e cujos marcadores não necessariamente apresentam atividade terapêutica conhecida, sendo considerados marcadores analíticos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Extrato fluido
      É a preparação líquida obtida por extração com líquido apropriado em que, em geral, uma parte do extrato, em massa ou volume corresponde a uma parte, em massa, da droga vegetal seca utilizada na sua preparação. Podem ainda ser adicionados conservantes. Deve apresentar especificações quanto ao teor de marcadores e resíduo seco. No caso de extratos classificados como padronizados, a proporção entre a droga vegetal e o extrato pode ser modificada em função dos ajustes necessários para obtenção do teor de constituintes ativos especificado.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Extrato mole
      É o extrato de consistência semissólida obtida por evaporação parcial do líquido extrator empregado, podendo ser utilizado como solventes, unicamente, álcool etílico, água, ou misturas de álcool etílico e água em proporção adequada. Apresentam, no mínimo, 70% (p/p) de resíduo seco. Se necessário podem ser adicionados conservantes.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 43
      Extrato nativo (genuíno)
      Extrato sem excipientes, mesmo quando necessário por razões farmacotécnicas, podendo conter, no caso de extratos moles e líquidos, quantidades variáveis do solvente de extração.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Extrato padronizado
      Extratos ajustados a um conteúdo definido de um ou mais constituintes com atividade terapêutica conhecida, por meio da adição de excipientes inertes ou pela mistura de outros lotes de extrato.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Extrato quantificado
      Extratos ajustados para uma faixa de conteúdo de um ou mais marcadores ativos, por meio da mistura de lotes de extrato.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Extrato seco
      É a preparação sólida obtida por evaporação do solvente utilizado no processo de extração. Pode ser adicionados de materiais inertes adequado e possui especificações quanto ao teor de marcadores. Em geral, possui uma perda por dessecação não superior a 5% p/p.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44

      F

      Fabricação
      É o conjunto de operações envolvidas no preparo de determinado medicamento produto, incluindo a aquisição de materiais, produção, controle de qualidade, liberação, armazenamento, expedição de produtos acabados e os controles relacionados.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Faixa de destilação
      Faixa de destilação é o intervalo de temperatura corrigida para a pressão de 101,3 kPa (760 mmHg), dentro do qual o líquido, ou fração específica do líquido, destila inteiramente.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Faixa de fusão
      Faixa de fusão de uma substância é o intervalo de temperatura compreendido entre o início (no qual a substância começa a fluidificar-se) e o término da fusão (que é evidenciado pelo desaparecimento da fase sólida).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Fármaco
      Veja Insumo farmacêutico ativo (IFA).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Farmacopeico
      A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal, utilizadas em edições anteriores, equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Filme
      É a forma farmacêutica sólida, obtida por moldagem e evaporação do solvente, a partir da deposição de uma ou mais camadas de soluções ou dispersões de polímeros naturais e/ou sintéticos, sobre um molde ou suporte, originando películas finas que contém um ou mais IFAs dissolvidos ou dispersos. Os filmes também podem ser obtidos por extrusão. A via de administração deve ser incluída como aposto do nome “filme”: bucal, oral, sublingual ou tópico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      FISPQ
      Ficha de informação de produtos químicos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 44
      Forma farmacêutica (sistema de dosagem)
      É a forma de apresentação do medicamento após o preparo. Consiste na mistura de um ou mais IFAs aos excipientes, submetida a procedimentos farmacotécnicos de manufatura, com vistas a permitir o preparo e a administração do produto, facilitar a dosagem e permitir o carreamento e a liberação do IFA, além de assegurar sua estabilidade e biodisponibilidade.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Fórmula farmacêutica
      É a descrição qualitativa e quantitativa da composição de um medicamento.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45

      G

      Gás
      Substância ou mistura de substâncias cuja pressão de vapor situa-se acima de 300 kPa absoluta a 50 °C ou permanece na forma gasosa a 20 °C na pressão absoluta de 101,3 kPa.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Gás comprimido
      Qualquer gás ou mistura de gases que exerça no recipiente que o contém uma pressão absoluta maior ou igual a 280 kPa a 20 °C.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Gás excipiente
      Qualquer gás componente, que não seja substância ativa, adicionado intencionalmente à formulação de uma mistura de gases.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Gás liquefeito
      Gás na pressão de vapor que permanece parcialmente liquefeito em temperatura acima de -50 °C.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Gás medicinal
      Gás ou mistura de gases destinados a tratar ou prevenir doenças em humanos ou administrados a humanos para fins de diagnóstico médico ou para restaurar, corrigir ou modificar funções fisiológicas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Gás ou líquido criogênico
      Gás altamente refrigerado em equilíbrio de fase (líquido e sua pressão de vapor) e com ponto de ebulição menor ou igual a -150 °C na pressão absoluta de 101,3 kPa.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Gel
      É a forma farmacêutica semissólida, predominantemente hidrofílica, caracterizada como uma dispersão coloidal, cuja consistência se deve à presença de macromoléculas (agentes gelificantes) interpenetradas por um veículo aquoso. Os agentes gelificantes (substâncias naturais ou sintéticas) se distribuem uniformemente pelo líquido, não sendo possível observar limite aparente entre as fases, originando um produto homogêneo, liso, transparente e brilhante. Quando a fase líquida é um óleo o gel é chamado oleogel.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Glóbulo
      É um insumo que se apresenta sob a forma de pequenas esferas constituídas de sacarose ou de mistura de sacarose e lactose destinada à impregnação de tinturas para uso homeopático.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Goma
      É uma forma farmacêutica semissólida de uso oral, flexível, macia, edulcorada e flavorizada, destinada a dissolver na boca ou ser mastigada, visando ação local ou sistêmica. A goma é produzida por fusão e moldagem.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 45
      Goma de mascar
      É uma forma farmacêutica semissólida, flexível, edulcorada e flavorizada, destinada a ser mastigada, visando a liberação do IFA na saliva e ação local na cavidade bucal ou sistêmica (absorção pela via gastrointestinal). A goma de mascar é formulada a partir de polímeros sintéticos insolúveis, como poli(isopreno), poli(isobutileno), copolímero de isobutilenoisopreno, borracha de estireno butadieno, acetato de polivinila e polietileno, podendo ser preparada por fusão e moldagem ou por compressão.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Gota
      É um modo de administração de formas farmacêuticas líquidas (soluções ou suspensões).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Grânulo (forma farmacêutica)
      É a forma farmacêutica sólida composta de agregados secos de partículas de pós que podem conter uma ou mais IFAs, com ou sem outros excipientes. Usualmente de dose única, os grânulos devem ser dissolvidos ou dispersos em água imediatamente antes da administração, dando origem a uma solução ou suspensão. Podem ser delineados para administração por diferentes vias. O grânulo de uso oral pode ser edulcorado e flavorizado.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Grânulo (produto intermediário)
      Difere do Grânulo (forma farmacêutica) por ser utilizado como intermediário para a manufatura de outras formas farmacêuticas sólidas, como cápsulas e comprimidos. Pode ser revestido ou não e apresentar liberação convencional ou modificada. Veja Liberação convencional e Liberação modificada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46

      I

      Implante
      É um dispositivo a ser implantado por via subcutânea ou em outra região específica do corpo, visando a liberação contínua e ação prolongada do IFA, por meses ou anos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Indicador biológico
      É uma preparação caracterizada de micro-organismo específico que possui resistência definida e estável a um determinado processo de esterilização.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Índice de refração
      O índice de refração (n) de uma substância é a relação entre a velocidade da luz no vácuo (c) e sua velocidade no interior da substância (v), sendo n = c/v. Para fins práticos, mede-se a refração com referência ao ar e à substância e não com referência ao vácuo e à substância. Pode-se definir o índice de refração como a relação entre o seno do ângulo de incidência e o seno do ângulo de refração, isto é, n = sen i / sen r.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Injetável
      É um medicamento de uso parenteral, estéril, injetado através da pele ou outro tecido, destinado à administração direta do medicamento em vasos sanguíneos, músculos, órgãos, entre outros. Pode se apresentar nas formas farmacêuticas de solução, suspensão, espuma, emulsão e, pó ou grânulo para solução e suspensão.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Inseticida
      É um produto para uso externo, destinado à prevenção e ao controle dos insetos em habitações, recintos e lugares de uso público e suas cercanias.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 46
      Insumo farmacêutico ativo (IFA)
      É o insumo farmacêutico sintético, semissintético, biológico ou natural introduzido na formulação de um medicamento que, quando administrado em um paciente, atua como ingrediente ativo ou precursor, podendo exercer atividade farmacológica, imunológica, metabólica ou outro efeito direto no diagnóstico, cura, tratamento ou prevenção de uma doença, podendo ainda afetar a estrutura e funcionamento do organismo humano. É também conhecido como fármaco, ingrediente ativo e princípio ativo.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Isolador
      É um equipamento que emprega tecnologia usada para dupla proposta: proteger o produto da contaminação do ambiente e as pessoas durante o envase e fechamento e, de proteger pessoas de produtos tóxicos ou deletérios que são produzidos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47

      L

      Liberação convencional (imediata)
      É o termo que define o tipo de liberação do IFA a partir de uma forma farmacêutica que não sofre modificação intencional por um delineamento especial da formulação e/ou método de fabricação. A forma farmacêutica de liberação convencional é um suporte para carrear o IFA no organismo, sem interferir no tempo ou local de liberação e absorção.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Liberação modificada
      É o termo que define o tipo de liberação do IFA a partir de uma forma farmacêutica que sofre modificação intencional por um delineamento especial da formulação e/ou método de fabricação. A forma farmacêutica de liberação modificada, além carrear o IFA no organismo, modula o tempo e/ou o seu local de liberação e absorção. A liberação prolongada (estendida) e a liberação retardada são tipos de liberação modificada. Veja Liberação prolongada (estendida) e Liberação retardada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Liberação paramétrica
      É definida como a liberação de carga ou lotes de produtos submetidos à esterilização terminal, por meio do cumprimento de parâmetros críticos do processo de esterilização, sem a necessidade de realização do teste de esterilidade.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Liberação prolongada (estendida)
      É o tipo de liberação modificada delineada para possibilitar pelo menos uma redução na frequência diária de dose do medicamento quando comparada à liberação convencional. Nos medicamentos de liberação prolongada o IFA é liberado gradualmente, mantendo a concentração plasmática em níveis terapêuticos por um período de tempo prolongado.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Liberação retardada
      É o tipo de liberação modificada delineada para que o IFA seja liberado após um tempo determinado, em local diferente do convencional. Os medicamentos orais sólidos, denominados gastrorresistentes, são formas de liberação retardada, destinadas a evitar a liberação do IFA no fluido gástrico e promover sua liberação no fluido intestinal. Estas formas farmacêuticas ou seus intermediários de produção podem ser revestidos por polímeros chamados entéricos, ácido-resistentes ou gastrorresistentes.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Líquido extrator
      Solventes ou mistura de solventes que são utilizados no processo de extração.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Loção
      É a forma farmacêutica líquida emulsionada destinada à aplicação externa na pele. Difere do creme por uma menor consistência e maior fluidez, podendo ser aplicada mais facilmente em grandes superfícies da pele do que o creme.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 47
      Lote ou partida
      Quantidade definida de matéria-prima, material de embalagem ou produto processado em um ou mais processos, cuja característica essencial é a homogeneidade. É a quantidade de um medicamento, ou outro produto, que se produz em um ciclo de fabricação e cuja característica essencial é a homogeneidade.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48

      M

      Marcador
      Substância ou classe de substâncias, a exemplo de alcaloides, flavonoides, ácidos graxos etc., utilizada como referência no controle de qualidade da matéria prima vegetal (MPV) e do fitoterápico, preferencialmente tendo correlação com o efeito terapêutico, podendo ser do tipo ativo, quando relacionado com a atividade terapêutica do fitocomplexo, ou analítico, quando não demonstrada, até o momento, sua relação com a atividade terapêutica do fitocomplexo.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Material de embalagem
      Compreende-se por material de embalagem o recipiente; envoltório; invólucro; ou qualquer outra forma de proteção, removível ou não, usado para envasar; proteger; manter; cobrir; ou empacotar, especificamente, ou não, matérias-primas; reagentes e medicamentos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Matéria-prima (insumo farmacêutico)
      Todo insumo farmacêutico empregado na fabricação de medicamentos e de outros produtos farmacêuticos. Compreende o IFA, os excipientes e as embalagens.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Media fill
      É um teste para simulação das operações assépticas em que o produto é substituído por um meio de cultura e serve para assegurar que os processos utilizados são capazes de produzir produtos estéreis.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Medicamento
      É um produto farmacêutico tecnicamente elaborado, que contém um ou mais fármacos e excipientes, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Medicamento de referência
      É o produto inovador registrado no órgão federal Brasileiro, responsável pela vigilância sanitária e comercializado no país, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovados, cientificamente, no órgão federal competente, por ocasião do registro.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Medicamento em dose unitária
      É aquele que contém uma dose de uma ou mais substâncias ativa em cada unidade posológica.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Medicamento em dose múltipla
      É aquele que é acondicionado em recipientes que permitem a retirada de várias doses do seu conteúdo, sem comprometer a concentração, pureza e esterilidade da porção remanescente.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Medicamento genérico
      É o medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que pretende ser com esse intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado pela DCB ou, na sua ausência, pela DCI.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 48
      Medicamento intercambiável
      É o medicamento equivalente terapêutico de um medicamento de referência, comprovados, essencialmente, os mesmos efeitos de eficácia e segurança.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Medicamento manipulado (magistral)
      É todo medicamento preparado em farmácias magistrais mediante prescrição, cuja fórmula farmacêutica, forma farmacêutica e dose são individualizadas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Medicamento pressurizado
      Veja Aerossol.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Medicamento similar
      É aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que é equivalente ao medicamento registrado no órgão federal, responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Meia-vida biológica de eliminação
      É o tempo necessário para um organismo remover, por eliminação biológica, metade da quantidade de uma substância administrada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Meia-vida efetiva
      É o tempo necessário para um radionuclídeo em um organismo diminuir sua atividade pela metade como um resultado combinado da eliminação biológica e do decaimento radioativo. A meia-vida efetiva é importante para o cálculo da dose ótima do radiofármaco a ser administrada e no monitoramento da quantidade de exposição à radiação.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Método imunoquímico
      Método que se baseia numa ligação seletiva, reversível e não covalente entre antígenos e anticorpos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Miscibilidade
      O termo empregado para descrever um líquido ou gás que produza uma mistura homogênea ao ser misturado em qualquer proporção com o solvente indicado no mesmo estado físico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49

      N

      Nível de garantia de esterilidade
      É o grau de garantia que o processo em questão esteriliza um grupo de itens, sendo expresso como a probabilidade de um item não estéril naquela população.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Nome químico
      É o nome da substância farmacopeica, de acordo com a nomenclatura preconizada pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 49
      Número do lote
      Designação impressa na rotulagem de um medicamento e de outros produtos que permita identificar o lote ou a partida a que pertençam e, em caso de necessidade, localizar e rever todas as operações de fabricação e inspeção praticadas durante a produção. Confere rastreabilidade aos produtos farmacêuticos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50

      O

      Óleo fixo
      É o óleo não volátil, líquido à temperatura ambiente, predominantemente constituído por triacilgliceróis, esterificados com ácidos graxos diferentes ou idênticos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      Óleo volátil
      É o óleo obtido de plantas, que evapora à temperatura ambiente sem deixar resíduo. É constituído por mistura complexa de substâncias de baixa massa molecular, que determinam seu odor e sabor. Pode se apresentar isoladamente ou misturado entre si, retificado, desterpenado ou concentrado. Pode também ser denominado óleo essencial.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      Oleorresina
      É um extrato semissólido constituído por uma resina em solução em um óleo volátil e/ou óleo fixo obtido por evaporação do(s) solvente(s) utilizado(s) para a sua produção. Esta definição é aplicada somente à oleorresina produzida por extração.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      Osmolalidade
      É uma forma prática que dá uma medida total da contribuição de vários solutos numa solução pela pressão osmótica da solução. A unidade de osmolalidade é osmol por quilograma (osmol/kg), mas o submúltiplo miliosmol por quilograma (mosmol/kg) é normalmente usado.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      Óvulo
      Veja Supositório.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50

      P

      Padrão de referência (PRef)
      Veja Substância química de referência (SQR)
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      Pasta
      É uma forma farmacêutica semissólida de consistência rígida, que contém alta porcentagem de sólidos insolúveis (entre 20% a 50%), finamente dispersos. É destinada à aplicação na pele, cavidade oral ou mucosas. Normalmente, as pastas não escorrem em temperatura corporal e, portanto, são frequentemente usadas para ação protetora.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      Pastilha
      É uma forma farmacêutica semissólida de uso oral, flavorizada e edulcorada, delineada para dissolver ou desintegrar lentamente na boca, preparada por modelagem ou por compressão. As pastilhas são frequentemente destinadas a fornecer ação local, na cavidade bucal ou na garganta, mas também podem ser destinadas à ação sistêmica, após a dissolução. Pode ser dura ou macia, conforme os excipientes que compõem a base.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      pH
      Grandeza física adimensional que expressa a acidez ou alcalinidade de uma solução, medida como o logaritmo negativo da concentração de íons de hidrogênio ou da atividade dos íons de hidrogênio, expressa em mols por litro. A escala, de 0 a 14, representa a acidez e a alcalinidade, sendo 7 o estado neutro, números abaixo de 7 indicam uma acidez crescente, e números acima de 7 indicam uma alcalinidade crescente.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 50
      Planta de separação de gases do ar atmosférico (ASU – Air Separation Unit)
      Instalação industrial onde se capta o ar atmosférico e, por meio de processos de purificação, limpeza, compressão, resfriamento, liquefação e destilação, realiza seu fracionamento, de modo a obter e isolar os gases oxigênio, nitrogênio e argônio.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Plasma fresco congelado
      É a parte líquida remanescente de uma unidade de sangue total obtida após centrifugação e separação de suas frações celulares que deverá ser totalmente congelada até quatro horas após coleta do sangue total que lhe deu origem, assegurando a manutenção da integridade e concentrações dos fatores lábeis da coagulação.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Plasma humano para fracionamento
      É a parte líquida remanescente do sangue total após separação das frações celulares sanguíneas mediante o uso de sistemas fechados apropriados de coleta ou centrifugação, que contém os fatores lábeis da coagulação. Contém solução anticoagulante, conservadora e preservadora, sendo armazenado a uma temperatura de -30 ºC ou inferior. Destina-se à preparação de hemoderivados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Pó
      É uma forma farmacêutica sólida composta por um IFA ou uma mistura de IFAs e excipientes, reduzidos a um estado finamente dividido. Os pós podem ser administrados na forma seca ou podem ser dissolvidos ou dispersos em água imediatamente antes da administração, dando origem a uma solução ou suspensão. Podem ser simples ou compostos, de uso interno ou externo e destinados à administração por diferentes vias. O pó de uso oral pode ser edulcorado e flavorizado.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Pomada
      É uma forma farmacêutica semissólida cuja base é usualmente preparada a partir da mistura de hidrocarbonetos ou de polióis. Possui maior consistência que os cremes. É destinada a administração externa na pele ou mucosas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Prazo de validade
      É o tempo durante o qual o IFA ou o medicamento mantém as características que apresentava no momento da fabricação quando as condições de armazenamento e transporte previamente estabelecidas são mantidas. Pode ser caracterizado como período de vida útil dos medicamentos e deve ser determinado mediante a realização de estudos de estabilidade.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Preparação extemporânea
      É a preparação para uso imediato pelo consumidor final, após o preparo ou manuseio (por exemplo, diluição). Não é sinônimo de preparação magistral.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Preparação vegetal
      Preparações homogêneas, obtidas a partir de drogas vegetais submetidas a tratamentos específicos, como extração, destilação, expressão, fracionamento, purificação, concentração ou fermentação como, por exemplo: extratos, óleos, sucos expressos, exsudatos processados e drogas vegetais que foram submetidas à redução de tamanho para uma aplicação específica, como drogas vegetais rasuradas para elaboração de chás medicinais ou pulverizadas para encapsulamento.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 51
      Processo asséptico
      É o processo realizado de forma a prevenir a contaminação dos componentes estéreis por micro-organismos viáveis ou ainda na fase intermediária da produção.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Produto a granel
      Qualquer produto que tenha completado todos os estágios de processamento até, mas não incluindo, a embalagem primária, sendo os produtos estéreis em sua embalagem primária considerados produto a granel.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Produto dietético
      É o produto tecnicamente elaborado para atender às necessidades dietéticas de pessoas em condições fisiológicas especiais.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Produto intermediário
      É o produto parcialmente processado que deve ser submetido a etapas subsequentes de fabricação antes de se tornar um produto a granel. É toda substância ou mistura de substâncias ainda sob o processo de fabricação.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Pureza
      Grau em que uma substância contém outros materiais estranhos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52

      Q

      Quase branco
      Levemente acinzentado ou amarelado, com tendência ao branco. É a tradução do termo, em inglês, off-white.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52

      R

      Reações químicas de identificação
      São reações usadas no auxílio da caracterização de uma substância. Embora específicas, só serão suficientes para estabelecer ou confirmar a identidade da substância quando consideradas em conjunto com outros testes e especificações constantes na monografia. Se a monografia não especificar diferentemente, as reações químicas são feitas em tubos de ensaio de aproximadamente 15 mm de diâmetro interno. Utilizam-se 5 mL do líquido ou solução a examinar, adicionando-se três gotas de reagente ou de cada reagente. O exame do conteúdo do tubo de ensaio deve ser feito sobre toda a camada líquida, observando de cima para baixo, no sentido do eixo longitudinal dos tubos, após cinco minutos de repouso. Usualmente, é apresentada na monografia a ordem de preferência dos testes de identificação. Quando não constar a ordem, todos os testes de identificação devem ser realizados.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Reagente
      É a substância utilizada em testes, reações, ensaios e doseamentos farmacopeicos, quer como tais ou em soluções. Os reagentes usados em testes e ensaios não são destinados ao uso terapêutico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Recipiente bem fechado
      É aquele que protege seu conteúdo de perdas e contaminação por sólidos estranhos, nas condições usuais de manipulação, armazenagem, distribuição e transporte.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Recipiente hermético
      É aquele impermeável ao ar, ou qualquer outro gás, nas condições usuais de manipulação, armazenagem, distribuição e transporte.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Recipiente opaco
      É aquele que impede a visualização do conteúdo, abrangendo todas as cores. Constitui barreira de proteção à luminosidade.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 52
      Recipiente para dose única
      É o recipiente hermético que contém determinada quantidade do medicamento destinada a ser administrada de uma só vez.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Recipiente para doses múltiplas
      É o recipiente hermético que possibilita a retirada de porções sucessivas de seu conteúdo, sem modificar a concentração, a pureza e a esterilidade da porção remanescente.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Recipiente perfeitamente fechado
      É aquele que protege seu conteúdo de perdas e de contaminação por sólidos, líquidos e vapores estranhos, eflorescência, deliquescência ou evaporação nas condições usuais de manipulação, armazenagem, distribuição e transporte.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Recipiente translúcido
      É aquele que possibilita a visualização parcial do conteúdo, abrangendo todas as cores exceto o âmbar.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Recipiente transparente
      É aquele que possibilita a visualização total do conteúdo, abrangendo todas as cores exceto o âmbar.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Regularização sanitária (registro e notificação)
      Autorização para que um medicamento possa ser regularmente fabricado, importado, divulgado, distribuído, comercializado, dispensado e consumido, via a notificação ou registro sanitário, incluindo eventuais alterações pós regularização.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Resistência hidrolítica ou alcalinidade
      É o ensaio que quantifica a intensidade da reação química entre a água e os elementos alcalinos existentes no vidro, especialmente sódio e potássio. Essa resistência determina a classificação do tipo de vidro.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Rótulo
      É a identificação impressa ou litografada, bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo, a pressão ou autoadesiva, aplicados diretamente sobre recipientes; invólucros; envoltórios; cartuchos; ou qualquer outro protetor de embalagem, externo ou interno, não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte, ou seu armazenamento. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do órgão federal de Vigilância Sanitária.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53

      S

      Sala limpa
      Sala na qual a concentração de partículas em suspensão no ar é controlada. É construída e utilizada de maneira a minimizar a introdução, geração e retenção de partículas dentro da sala, na qual os outros parâmetros relevantes como, por exemplo, temperatura, umidade e pressão, são controlados conforme necessário.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Saneante domissanitário
      É a substância ou preparação destinada à higienização; desinfecção ou desinfestação domiciliar; de ambientes coletivos, particulares ou públicos, em lugares de uso comum e no tratamento da água.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 53
      Sangue humano
      É um tecido vivo, circulante, conjuntivo, de natureza celular, plasmática e ou proteica, que se encontra contido dentro do aparelho cardiovascular, desempenhando múltiplas e complexas funções que assegurem ao organismo humano a manutenção da vida.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Sangue humano transfusional
      É o sangue total humano in vitro proveniente de doadores saudáveis colhido em sistemas de envase para coleta, armazenamento e processamento do sangue humano contendo solução anticoagulante conservadora e preservadora.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Sistema concentrador de oxigênio (SCO)
      Sistema composto de equipamentos e acessórios que filtra, retém umidade e concentra o oxigênio do ar atmosférico por meio do processo de adsorção molecular. Esse sistema é conhecido também como usina concentradora de oxigênio, pressure swing adsorption (PSA).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Sistema fechado
      Sistema de administração de soluções parenterais que, durante todo o preparo e administração, não permite o contato da solução com o meio ambiente.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Sistemas de envase para coleta, armazenamento e processamento do sangue humano ou sistemas fechados de coleta de sangue humano
      São recipientes conhecidos ou denominados por bolsas plásticas contendo ou não uma solução anticoagulante, conservadora e preservadora, destinados a coleta, armazenamento, fracionamento e administração do sangue humano ou de seus derivados. São atóxicos, estéreis, apirogênicos e descartáveis, podendo ser fabricados a partir de um ou vários polímeros, e conforme os casos, de certos aditivos e são validados pelos seus respectivos métodos analíticos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Solução (forma farmacêutica)
      É uma forma farmacêutica líquida, límpida e homogênea, que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente ou em uma mistura de solventes miscíveis, de uso farmacêutico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Solução anticoagulante conservadora e preservadora do sangue humano
      É a solução destinada à coleta do sangue humano objetivando não só torná-lo incoagulável, mas também assegurar a manutenção e a integridade morfofuncionais e proteicas de seus constituintes celulares e plasmáticos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Solução colorimétrica
      É a solução utilizada como padrão colorimétrico para fins de comparação. É designada por SC.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Solução indicadora
      É a solução de indicadores em solvente específico e concentração definida. É designada por SI.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Solução molal
      É a solução que contém um mol do soluto por quilograma de solvente.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Solução molar (molaridade)
      É a solução que contém um mol do soluto em 1000 mL da solução. Os múltiplos e submúltiplos da solução molar, também, são designados por números inteiros ou frações decimais como: 2 M; 1 M; 0,5 M; 0,1 M; etc. Quando a concentração for expressa como M, deve ser interpretada como 1 M.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 54
      Solução reagente
      É a solução de reagentes em solventes específicos e concentrações definidas. É designada por SR.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Solução tampão
      É a preparação à base de sais que é capaz de suportar variações no pH. Também conhecida como solução tampão.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Solução volumétrica
      É a solução de reagentes, de concentração conhecida, destinada ao uso em determinações quantitativas. Na FB 8, as concentrações das soluções volumétricas são expressas em molaridade. É designada por SV.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Soro hiperimune para uso humano
      É a preparação contendo imunoglobulinas purificadas, de origem animal, que neutralizam especificamente toxinas bacterianas, bactérias, vírus ou componentes tóxicos do veneno de uma ou mais espécies de animais peçonhentos.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Spray
      O termo spray descreve a geração de gotículas de uma forma farmacêutica para facilitar a aplicação na área pretendida. Difere dos aerossóis porque seus recipientes não são pressurizados.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Substância química de referência (SQR)
      É estabelecida por métodos reconhecidos, apresentando uniformidade e destinada ao uso em ensaios onde uma ou mais de suas propriedades serão comparadas com a da substância presente em preparações farmacêuticas para o seu controle de qualidade. Possui um grau de pureza adequado ao uso ao qual se destina.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Substância química de referência da Farmacopeia Brasileira (SQR-FB)
      É a SQR estabelecida e distribuída pela Farmacopeia Brasileira, aceita sem necessitar comparação com outro padrão, destinada ao uso em ensaios específicos descritos nas monografias farmacopeicas.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Supositório
      É uma forma farmacêutica sólida com tamanho e formato variados, destinado à administração pela via retal, vaginal (óvulo) ou uretral. Contém um ou mais princípios ativos incorporados em uma base adequada. Usualmente, se fundem, amolecem ou se dissolvem em temperatura corporal. Podem ser de liberação convencional ou modificada. Veja Liberação convencional e Liberação modificada.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Suspensão
      É a forma farmacêutica líquida caracterizada pela dispersão de partículas sólidas insolúveis ou minimamente solúveis em um veículo aquoso ou oleoso. As suspensões podem ser prontas para uso ou preparadas imediatamente antes da administração, após a reconstituição de pós ou grânulos em água. As suspensões podem ser de uso interno ou externo, delineadas para administração em diversas vias e, de liberação convencional ou modificada. Veja Liberação convencional e Liberação modificada. Devem ser agitadas imediatamente antes do uso.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55

      T

      Tablete moldado
      É a forma farmacêutica sólida de uso oral, preparada por moldagem de uma massa úmida em moldes denominados tableteiros, de diferentes dimensões. Os tabletes são destinados à administração de baixas doses do IFA para absorção sistêmica e devem se desintegrar rapidamente na boca (em até 180 s).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 55
      Tanque criogênico fixo ou tanque estacionário
      Recipiente, isolado termicamente, apropriado para armazenar gases medicinais na forma de líquido criogênico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Tanque criogênico móvel ou tanque de armazenagem móvel
      Recipiente transportável, isolado termicamente, capaz de armazenar gases medicinais na forma de líquido criogênico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Temperatura ou ponto de congelamento
      Temperatura ou ponto de congelamento de líquido ou de sólido fundido é a mais alta temperatura na qual ele se solidifica. Para substâncias puras que fundem sem decomposição, o ponto de congelamento do líquido é igual a seu ponto de fusão.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Temperatura ou ponto de ebulição
      Temperatura ou ponto de ebulição de um líquido é a temperatura corrigida na qual o líquido ferve sob pressão de vapor de 101,3 kPa (760 mm de Hg).
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Temperatura ou ponto de fusão
      Temperatura ou ponto de fusão de uma substância é a temperatura na qual esta se encontra completamente fundida.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Teste de pressão hidrostática
      Teste realizado por razões de segurança, a fim de garantir que cilindros e tanques suportem as pressões para os quais foram projetados.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Tintura
      É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou da diluição dos respectivos extratos. São obtidas por extração a líquido usando 1 parte, em massa, de droga vegetal e 10 partes de solvente de extração, ou 1 parte, em massa, de droga vegetal e 5 partes de solvente de extração. A relação pode ser em p/p ou p/v. Alternativamente, podem ser obtidas utilizando tanto 1 parte, em massa, de droga vegetal e quantidade suficiente do solvente de extração para produzir 10 partes, em massa ou volume, de tintura ou 1 parte, em massa, de droga vegetal e quantidade suficiente de solvente de extração para produzir 5 partes, em massa ou volume, de tintura. Outras proporções de droga vegetal e solvente de extração podem ser utilizadas. É classificada em simples ou composta, conforme preparada com uma ou mais drogas vegetais.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56

      V

      Vacina
      Produto biológico que contêm uma ou mais substâncias antigênicas que, quando inoculadas, são capazes de induzir imunidade específica ativa e proteger contra doença causada pelo agente infeccioso que originou o antígeno.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Valor D (tempo de redução decimal)
      É o tempo, em minutos, necessário para reduzir a população microbiana em 90% ou um ciclo logarítmico.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Valor Fo
      É uma medida da eficácia esterilizante, isto é, é o número de minutos de esterilização térmica por vapor à determinada temperatura fornecida a um recipiente ou unidade de produto, num dado valor Z.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 56
      Valor Z
      É a elevação de temperatura, em graus, necessária para reduzir o Valor D em 90% ou produzir a redução de um ciclo logarítmico na curva de resistência térmica.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 57
      Válvula
      Dispositivo capaz de modificar a pressão ou vazão (fluxo) de gases, ou de vácuo, seja no cilindro ou no sistema centralizado de gases.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 57
      Válvula de retenção, antirretorno ou unidirecional
      Válvula que possibilita a passagem do gás ou proporciona o vácuo em apenas um sentido.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 57
      Via de administração
      É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado, independentemente do local de ação.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 57
      Viscosidade
      É a expressão da resistência de líquidos e semissólidos ao escoamento ou cisalhamento, conforme método de determinação.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 57

      X

      Xarope
      É uma solução de uso oral caracterizada por ser edulcorada e de alta viscosidade, conferida geralmente pela sacarose, em concentração superior a 45%. Xaropes podem conter outros agentes espessantes e edulcorantes. O xarope simples do Formulário Nacional da Farmacopeia Brasileira é o xarope preparado com 85% (p/v) de sacarose.
      FB 8ª ed., Vol. I, 4 Generalidades · pág. 57
      Modo estudo · Qual é o termo?

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      1926 – 2026

      Cem anos de Farmacopeia Brasileira

      A 8ª edição foi publicada no ano do primeiro centenário da Farmacopeia Brasileira. Conheça as edições e os atos que as aprovaram.

      1. 19261ª ediçãoDecreto nº 17.509, de 4 de novembro de 1926
      2. 19592ª ediçãoDecreto nº 45.502, de 27 de fevereiro de 1959
      3. 19763ª ediçãoDecreto nº 78.840, de 25 de novembro de 1976
      4. 19884ª ediçãoDecreto nº 96.607, de 30 de agosto de 1988
      5. 20105ª ediçãoRDC nº 49, de 23 de novembro de 2010
      6. 20196ª ediçãoRDC nº 298, de 12 de agosto de 2019
      7. 20247ª ediçãoRDC nº 940, de 19 de novembro de 2024
      8. 20268ª ediçãoRDC nº 1.026, de 15 de maio de 2026
      19novos textos incluídos na 8ª edição
      122textos revisados
      203textos com erratas implementadas
      10consultas públicas que originaram os textos

      Entre as novidades estão as monografias de cipó-cabeludo, colônia, plantago e solidago; segundo o Prefácio, as de cipó-cabeludo (folha) e colônia (folha) são inéditas em compêndios farmacopeicos oficiais internacionais. Os novos textos de cateteres representam incremento de 30% no número de monografias de dispositivos médicos.Fonte: Farmacopeia Brasileira, 8ª edição, Volume I — 1 Prefácio e 2 Histórico.

      2 Histórico · Atualizações

      O que mudou na 8ª edição

      Novos textos, padronização de termos e reindexações, conforme o capítulo Histórico. Os textos revisados e com errata podem ser filtrados na consulta.

      Novos textos (19)

      Na 8ª edição foram incluídos dezenove (19) novos textos.

      ItemTextoCódigoGrupo
      15.2.22.1.3 ELETROFORESE EM GEL CAPILARMG5.2.22.1.3-00Métodos gerais e capítulos
      25.2.22.1.4 FOCALIZAÇÃO ISOELÉTRICA CAPILARMG5.2.22.1.4-00Métodos gerais e capítulos
      35.2.34 ESTIMATIVA DA DISTRIBUIÇÃO POR TAMANHO DE PARTÍCULAS ATRAVÉS DA TAMISAÇÃO ANALÍTICAMG5.2.34-00Métodos gerais e capítulos
      45.3.3.11 TITULAÇÕESMG5.3.3.11-00Métodos gerais e capítulos
      55.3.3.11.2 TITULAÇÕES POR OXIRREDUÇÃOMG5.3.3.11.2-00Métodos gerais e capítulos
      65.3.3.12 DETERMINAÇÃO DO FORMALDEÍDO RESIDUALMG5.3.3.12-00Métodos gerais e capítulos
      75.4.6 DETERMINAÇÃO DE POLIFENÓIS TOTAISMG5.4.6-00Métodos gerais e capítulos
      8ALCOOL ETÍLICO 70% GELEF241-00Especialidades farmacêuticas
      9CLORIDRATO DE MOXIFLOXACINOIF347-00Insumos farmacêuticos
      10DACLATASVIR COMPRIMIDOEF242-00Especialidades farmacêuticas
      11CIPÓ-CABELUDO, folhaPM153-00Plantas medicinais
      12COLÔNIA, folhaPM154-00Plantas medicinais
      13PLANTAGO, folhaPM155-00Plantas medicinais
      14SOLIDAGO, parte aéreaPM156-00Plantas medicinais
      15ABACATEIRO, extrato fluidoPM157-00Plantas medicinais
      16CIPÓ-CABELUDO, extrato fluidoPM158-00Plantas medicinais
      17CATETER PARA ADMINISTRAÇÃO DE OXIGÊNIOCR010-00Dispositivos médicos
      18CATETER PARA DIÁLISE PERITONEALCR011-00Dispositivos médicos
      19CATETER VENOSO CENTRALCR012-00Dispositivos médicos

      Termos padronizados

      As terminologias são ambas corretas na língua portuguesa; a Farmacopeia padronizou o termo adotado.

      Termo na FB7Termo padronizado na FB8
      “área do pico”“área sob o pico”
      “solução tamponante”“solução tampão”
      “polietilenoglicol”“macrogol”
      “cloreto de estanho (II)”“cloreto estanoso”
      “Cloreto de estanho (II) SR”“Cloreto estanoso SR1”

      Reindexações

      Menções de métodos gerais atualizadas em razão de mudanças nos respectivos métodos.

      Indexação na FB7Reindexação na FB8
      5.2.10 Determinação do resíduo por incineração (cinzas sulfatadas)5.2.10 Resíduo por incineração (cinzas sulfatadas)
      5.2.22.1.1 Eletroforese capilar em solução livre5.2.22.1.1 Eletroforese capilar de zona
      5.3.3.5 Titulações em meio não aquoso5.3.3.11.1 Titulações de neutralização
      5.3.3.4 Titulações complexométricas5.3.3.11.3 Titulações complexométricas
      5.3.3.1 Titulações por diazotação5.3.3.11.4 Titulações por diazotação

      Consultas públicas da 8ª edição

      As inclusões, revisões e exclusões são precedidas de consulta pública; as erratas, não. Os textos da 8ª edição resultaram destas dez (10) consultas:

      1. Consulta Pública nº 1.342, de 11 de agosto de 2025
      2. Consulta Pública nº 1.343, de 13 de agosto de 2025
      3. Consulta Pública nº 1.346, de 18 de agosto de 2025
      4. Consulta Pública nº 1.351, de 19 de setembro de 2025
      5. Consulta Pública nº 1.372, de 26 de dezembro de 2025
      6. Consulta Pública nº 1.373, de 26 de dezembro de 2025
      7. Consulta Pública nº 1.374, de 29 de dezembro de 2025
      8. Consulta Pública nº 1.375, de 2 de janeiro de 2026
      9. Consulta Pública nº 1.378, de 8 de janeiro de 2026
      10. Consulta Pública nº 1.379, de 8 de janeiro de 2026

      Leitura técnica

      Como ler um código farmacopeico

      Entenda o sistema de códigos e versionamento da Farmacopeia e decodifique qualquer código.

      Anatomia de um código

      Desde a 6ª edição, cada texto compendial tem um código único, que aparece no sumário e no cabeçalho de cada página — é assim que ele é identificado e versionado.

      PMDuas letras: o assunto (grupo) do texto.
      153Três dígitos: a numeração no grupo — não segue necessariamente a ordem alfabética.
      -00Dois dígitos após o traço: a versão. “00”, em regra, é a primeira versão publicada.

      Exemplo: PM153-00 é CIPÓ-CABELUDO, folha — um dos novos textos da 8ª edição. Os códigos não são reaproveitados quando um texto é excluído.

      Digite um código para ver o que ele significa.

      Grupos do Volume II

      GrupoLetrasTextos
      Dispositivos Médicos*CR12
      Especialidades FarmacêuticasEF242
      Gases MedicinaisGM5
      Hemocomponentes e HemoderivadosHD22
      Insumos Farmacêuticos**IF347
      Plantas MedicinaisPM158
      Produtos BiológicosPB64
      RadiofármacosRF9

      * Dispositivos médicos eram anteriormente identificados com o termo “correlatos”; por isso os códigos dessa categoria usam as letras CR. ** Excipientes farmacêuticos, para fins de identificação, são cadastrados como Insumos Farmacêuticos.

      Trabalhos acadêmicos

      Como citar a Farmacopeia

      Gerador de referência no padrão ABNT para cada volume da 8ª edição.

      AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Brasil). Farmacopeia brasileira: volume I. 8. ed. Brasília, DF: Anvisa, 2026. E-book (PDF). ISBN 978-65-89701-47-7. Disponível em: https://bibliotecadigital.anvisa.gov.br/jspui/handle/anvisa/21035.

      Referência montada com os dados da ficha catalográfica (CIP) de cada volume. A data de acesso é a de hoje; confira sempre as orientações do Manual de Normalização.

      Continue estudando

      Recursos relacionados

      Fontes oficiais e acervos da Biblioteca FAVENORTE para a área de Farmácia.

      Sobre esta plataforma. A Farmacopeia FAVENORTE foi desenvolvida pela FAVENORTE para facilitar o estudo e a consulta da Farmacopeia Brasileira, 8ª edição (abre em nova aba), publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e aprovada pela RDC nº 1.026, de 15 de maio de 2026. Títulos, códigos, páginas, definições e listas foram extraídos dos PDFs oficiais; é permitida a reprodução parcial ou total da obra, desde que citada a fonte. O texto oficial e vigente é o publicado pela Anvisa: em caso de divergência, prevalece o documento oficial. Índice gerado em 28/09/2026.